18.10.12

NOMES RECONHECIDOS DE POMBA GIRA

Os nomes de Pombas Giras são sempre simbólicos, normalmente compostos pelo nome da falange à qual pertence o espírito e a função ou tipo de atividade que a entidade exerce nessa falange


O espírito pode identificar apenas a falange à qual pertence de modo genérico, exemplo: MARIA MULAMBO OU MOLAMBO (falange)


Pode identificar a a falange e a função,
exemplo: MARIA MULAMBO (falange) DA ENCRUZILHADA (atuação)


Pode identificar apenas a função
exemplo: POMBA GIRA (sem identificar falange) DA ENCRUZLHADA (atuação)


Pode não identificar nem falange e nem função, ( o que é temporário, pois se o médium desenvolver e vir a dar consultas, a entidade tem que se identificar e riscar seu ponto)


exemplo: Maria Bonita (Não identifica nem falange e nem atuação)


Quando um espírito identifica falange e função de atuação, ele já está preparado e devidamente autorizado pela hierarquia e a fazê-lo. Mas vejamos o exemplo:


MARIA PADILHA DA ENCRUZILHDA (identifica a falange e a atuação) mas ainda assim é genérico e simbólico, pois existem centenas de MARIAS PADILHAS DA ENCRUZILHADA.


Quando um espírito ingressa numa falange, ele deixa de usar a identidade própria, embora não perca suas individualidade. Por exemplo, um espírito que desencarnou sobre o nome Lígia Helena da Silva e que optou em trabalhar na erraticidade (nome que se dá à condição de um espírito não encarnado e que ainda se encontra no processo de evolução, não isento de voltar à encarnar)


Voltando ao nosso exemplo, esse espírito não pode se apresentar como:


LÍGIA HELENA DA SILVA DA FALANGE MARIA PADILHA DA FUNÇÃO ENCRUZILHADA, terá que usar apenas MARIA PADILHA DA ENCRUZILHADA.


Eñtão essa Pomba Gira, conta a seu "cavalo" ou a um outro médium que psicografe ou ainda a alguém que a entreviste sobre suas experiências encarnatórias, é óbvio que será completamente diferente de um outro espírito que também use a mesma denominação simbólica.


Essa "denominação simbólica" é necessária, principalmente para a preservação dos registros cármicos das entidades, o que as protege e mantém o sigilo que a função de Guardiã exige. Por isso é que Dona Maria Mulambo díz que não adianta nossa curiosidade; que o mistério não é mantido para fazer suspense ou porque nada exista de concreto a ser revelado; ou porque os médiuns são incompetentes ou mentirosos; ou ainda que as entidades e suas falanges não existam. Como ela já disse em outra ocasião, as Pombas Giras são irreverentes e só permitem revelar o que acham conveniente e o que têm permissão, e para quem achem que devam e ponto!


Dona Maria Mulambo (a Maria Mulambo à qual eu sirvo como médium), não é o mesmo espírito que baixa miraculosamente em centenas de médiuns ao mesmo tempo em centenas de Terreiros.


Entretanto, mesmo com a permanência da consciência individual do espírito, com suas histórias de existências várias e com sua carga de conhecimentos adquiridos nessas experiências, bem como seu nível de evolução moral, quando ele ingressa numa falange espiritual (seja de Pombas Giras, Exús, Caboclos, etc), ele agrega a vibração dessa falange à sua vibração perispiritual.Por exemplo, um espírito que trabalhe como Pomba Gira Guardiã nas zonas do Umbral (Pomba Gira do Lodo)tem que ter seu períspirito (corpo do espírito) preparado para enfrentar vibrações densas e deletérias dessas zonas purgatoriais.


Aliás, existe um enorme preparo dos espíritos que ingressam em diversas falanges de Umbanda, com aprendizados e preparos, que muitas vezes, são vividos aqui, como encarnados e refinados e intensificados na erraticidade.


Então não se estressem com essa questão do mesmo nome em mais de uma entidade, com a demora da entidade em dar sua identificão (se você incomodar demais, a entidade pode lhe dar um nome qualquer, sem identidade vibratória, só para lhe "sossegar")


Todos temos Guardiões, mas poucos iremos conhecê-los e quando isso ocorre, se dá no tempo devido.


PARA AJUDÁ-LOS ALGUNS NOMES DE POMBAS GIRAS
Alguns com falange e função, outros só falange, outros só função e alguns sem falange e função


 Falange Maria Mulambo ou Molambo


Maria Mulambo da Estrada
Maria mulambo da Encruzilhada
Maria Mulambo das Almas
Maria Mulambo dos Sete Portais
Maria Mulambo do Cruzeiro das Almas
Maria Mulambo do Cabaré
Maria Mulambo do Lodo
Maria Mulambo dos Sete Véus
Maria Mulambo da Meia Noite
Maria Mulambo das Rosas
Maria Mulambo da Lira
Maria Mulambo do Lixo
Maria Mulambo da Calunga
Maria Mulambo da Calunga Grande - ou
Maria Mulambo da Praia
Maria Mulambo das Sete Catacumbas
Maria Mulambo da Figueira
Maria Mulambo das Sete Figueiras
Maria Mulambo das Sete Encruzilhadas
Maria Mulambo do Cruzeiro
Maria Mulambo dos Sete Cruzeiros
Maria Mulambo dos Sete Punhais




Falange  Maria Farrapo  (trabalha com as Mulambos)
Maria Farrapo da Encruzilhada
Maria Farrapo das Sete Encruzilhadas
Maria Farrapo da Estrada
Maria Farrapo das Almas
Maria Farrapo do Cruzeiro das Almas
Maria Farrapo do Cruzeiro
Maria Farrapo do Cemitério
Maria Farrapo da Calunga
Maria Farrapo da Calunga Grande
Maria Farrapo do Cabaré
Maria Farrapo do Lodo
Maria Farrapo da Praia
Maria Farrapo da Campina
Maria Farrapo da Figueira



Falange Maria Padilha
Maria Padilha da Encruzilhada
Maria Padilha das Sete Encruzilhadas
Maria Padilha das Almas
Maria Padilha do Cruzeiro
Maria Padilha do Cruzeiro das Almas
Maria Padilha da Estrada
Maria Padilha da Calunga
Maria Padilha das Sete Navalhas
Maria Padilha Sete Facas
Maria Padilha da Calunga Pequena
Maria Padilha da Calunga Grande
Maria Padilha do Cemitério
Maria Padilha da Praia
Maria padilha da Figueira
Maria Padilha do Inferno 
Maria Padilha do Forno
Maria Padilha ds Sete Figueiras
Maria Padilha das Sete Cruzes da Calunga
Maria Padilha do Cabaré
Maria Padilha das Rosas
Maria Padilha das Portas do Cabaré
Maria Padilha Rainha do Cabaré
Maria Padilha Rainha do Cruzeiro
Maria Padilha da Lira
Maria Padilha Rainha da Calunga
Maria Padilha Rainha da Encruzilhada
Maria Padilha Rainha das Sete Encruzilhadas

 
 Falange Pomba Gira Cigana

Pomba Gira Cigana da Estrada
Pomba Gira Cigana da Calunga
Pomba Gira Cigana da Lua
Pomba Gira Cigana da Praia
Pomba Gira Cigana das Matas
Pomba Gira Cigana Rosa dos Ventos
Pomba Gira Cigana do Cemitério
Pomba Gira Cigana dos Lírios
Pomba Gira Cigana das Sete Luas
Pomba Gira Cigana do Cruzeiro
Pomba Gira Cigana Feiticeira
Pomba Gira Cigana do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Cigana Menina
Pomba Gira Cigana das Almas
Pomba Gira Cigana da Encruzilhada
Pomba Gira Cigana do Cabaré
Pomba Gira Cigana da Figueira
Pomba Gira Cigana Rosa Maria
Pomba Gira Cigana da Campina
Pomba Gira Cigana Rainha
Pomba Gira Cigana da Rosa
Pomba Gira Cigana das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Cigana da Rosa Vermelha
Pomba Gira Cigana Sete Saias



Falange Pomba Gira Sete Saias
Pomba Gira Sete Saias da calunga
Pomba Gira Saias do Cais
Pomba Gira Sete Saias do Porto
Pomba Gira Sete Saias da Praia
Pomba Gira Sete Saias da Campina
Pomba Gira Sete Saias do Cemitério
Pomba Gira Sete Saias do Cruzeiro
Pomba Gira Sete Saias do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Sete Saias da Figueira
Pomba Gira Sete Saias da Encruzilhada
Pomba Gira Sete Saias da Lira
Pomba Gira Sete Saias do Cabaré
Pomba Gira Sete saias da Estrada

Falange Pomba Gira Rainha
Pomba Gira Rainha da Encruzilhada
Pomba Gira Rainha das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Rainha do cemitério
Pomba Gira Rainha do Cabaré
Pomba Gira Rainha da Praia
Pomba Gira Rainha da Tronqueira 
Pomba Gira Rainha da Lira
Pomba Gira Rainha da Estrada
Pomba Gira Rainha Negra
Pomba Gira Rainha da Calunga
Pomba Gira Rainha das Rosas
Pomba Gira Rainha do Cruzeiro
Pomba Gira Rainha do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rainha das Almas


 

Falange  Rosa Caveira
Pomba Gira Rosa do Cruzeiro
Pomba Gira Rosa do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rosa da Calunga
Pomba Gira Rosa da Figueira
Pomba Gira Rosa da Noite
Pomba Gira Rosa maria
Pomba Gira Rosa das Almas
Pomba Gira Rosa dos Ventos
Pomba Gira Rosa do Lodo
Pomba Gira Rosa Vermelha (trabalha com Rosa Caveira)
Pomba Gira Rosa Vermelha da Estrada
Pomba Gira Rosa Vermelha da Encruzilhada
Pomba Gira Rosa Vermelha das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cabaré
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cruzeiro
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cemitério
Pomba Gira Rosa Vermelha da Figueira
Pomba Gira Rosa Vermelha das Sete Catacumbas
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rosa Vermelha da Calunga
Pomba Gira Rosa Negra (trabalha com Rosa Caveira)
Pomba Gira Rosa Negra da Calunga
Pomba Gira Rosa Negra do Cemitério
Pomba Gira Rosa Negra do Cruzeiro
Pomba Gira Rosa Negra do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rosa Negra das Almas
Pomba Gira Rosa Negra dos Sete Cruzeiros
Pomba Gira Rosa Negra dos Sete Cruzeiros da Calunga



Falange  Maria Quitéria
Pomba Gira Maria Quitéria da Encruzilhada
Pomba Gira Maria Quitéria da Estrada
Pomba Gira Maria Quitéria do Cruzeiro
Pomba Gira Maria Quitéria do Campo
Pomba Gira Maria Quitéria dos Sete Cruzeiros
Pomba Gira Maria Quitéria do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Maria Quitéria do Cemitério
Pomba Gira Maria Quitéria da Mata
Pomba Gira Maria Quitéria da Calunga
Pomba Gira Maria Quitéria da Tronqueira
Pomba Gira Maria Quitéria do Cabaré
Pomba Gira Maria Quitéria do Porto
Pomba Gira Maria Quitéria da Figeira
Pomba Gira Maria Quitéria da Praia
Pomba Gira Maria Quitéria do Lodo






Pomba Gira Salomé
Pomba Gira Gira Mundo
Pomba Gira Ganga
Pomba Gira Sete Calungas
Pomba Gira Sete Chaves
Pomba Gira Sete Capas
Pomba Gira Sete Caveiras
Pomba Gira Sete Estrelas
Pomba Gira Sete Estradas
Pomba Gira Sete Encruzas
Pomba Gira Sete Navalhas
Pomba Gira Sete Porteiras
Pomba Gira da Tronqueira
Pomba Gira das Matas
Pomba Gira do Cais
Pomba Gira das Rosas
Pomba Gira da Praia
Pomba Gira da Figueira
Pomba Gira Dama da Noite
Pomba Gira Menina
Pomba Gira Menina da Praia
Pomba Gira Menina da Calunga
Pomba Gira Menina do Cruzeiro
Pomba Gira Menina do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Menina da Encruzilhada
Pomba Gira Menina do Cabaré
Pomba Gira Menina das Almas
Pomba Gira Maria Caveira
Pomba Gira Maria Sete Covas
Pomba Gira Maria Rosa
Pomba Gira Maria Eulália
Pomba Gira Maria da Praia
Pomba Gira Maria Morena
Pomba Gira Maria Alagoana
Pomba Gira Maria do Cais
Pomba Gira Maria Bonita
Pomba Gira Maria Mineira
Pomba Gira Maria Baiana
Pomba Gira Maria do Porto
Pomba Gira Maria do Cabaré
Pomba Gira Maria Sete Catacumbas
Pomba Gira Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Sete Figueiras
Pomba Gira Sete Capas
Pomba Gira Sete Figas
Pomba Gira Quebra Ossos
Pomba Gira Sete Cruzeiros
Pomba Gira Sete catacumbas
Pomba Gira Sete Punhais
Pomba Gira Sete Caminhos
Pomba Gira Sete Luas
Pomba Gira Sete Ondas
Pomba Gira Sete Véus
Pomba Gira Rosas
Pomba Gira Sete Coroas
Pomba Gira do Lodo
Pomba Gira do Cemitério
Pomba Gira do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira das Almas
Pomba Gira da Encruzilhada
Pomba Gira das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira da Calunga
Pomba Gira Sete Covas
Pomba Gira do Cruzeiro
Pomba Gira dos Sete Cruzeiros
Pomba Gira Feiticeira
Pomba Gira da Estrada
Pomba Gira da Lira
Pomba Gira Mirongueira
Pomba Gira do Cabaré




16.10.12

Incubus e Succubus

Incubus e Succubus-----el espejo  del vampiroO Incubus é uma figura demoníaca intimamente associada ao vampirismo. É conhecida pelo hábito de invadir o quarto de uma mulher à noite, deitar-se sobre ela para que seu peso fique bem evidente sobre seu peito e então força-a a fazer sexo. O Succubus, a sua contraparte feminina, ataca os homens da mesma maneira. A experiência do ataque do incubus/succubus varia de extremo prazer ao absoluto terror. É, como já assinalou o psicoterapeuta Ernest Jones, o mesmo espectro de experiências descritas na moderna literatura entre o sonho erótico e o pesadelo. O incubus/succubus se parece com um vampiro na medida em que ataca as pessoas durante a noite enquanto dormem. Freqüentemente ataca uma pessoa noite após noite, como o vampiro dos ciganos, deixando suas vítimas exaustas. Entretanto é diferente do vampiro na medida em que não sugava sangue nem roubava a energia da vidasucubus.gif.

O incubus parece ter se originado da antiga prática de incubação, onde uma pessoa ia ao templo de uma divindade e lá repousava. No decurso da noite a pessoa teria um contato com a divindade, muitas vezes esse contato envolvia relações sexuais, ou na forma de sonho ou com um dos representantes da divindade, bem humano. Isso estava na raiz de diversas práticas religiosas, incluindo a prostituição nos templos. A religião de incubação mais bem sucedida estava ligada a Esculápio, um deus da cura que se especializara, entre outras coisas, em curar a esterilidade. O cristianismo, que equiparou as divindades pagãs aos seres demoníacos, encarava essa prática de relações com uma divindade como forma de atividade demoníaca.
Através dos séculos, duas principais correntes de opinião sobre as origens dos incubi e dos succubi competiam uma com a outra. Alguns a viam como sonhos, invenções de uma vida fantasiosa da pessoa que experimentava tais visitações. Outros argumentavam a favor da existência objetiva dos espíritos malignos; eram instrumentos do demônio. No século XV os líderes religiosos, especialmente os que estavam ligados à Inquisição preferiam essa última explicação, ligando a atividade demoníaca dos incubi e succubi à bruxaria. O grande instrumento dos caçadores de bruxas, Malleus Maleficarum, "O Martelo das Bruxas", supunha que todas as bruxas se submetiam voluntariamente aos incubi.
A existência objetiva do incubus/succubus foi sustentada por Tomás de Aquino no século XIII. Argumentava que crianças poderiam mesmo ser concebidas pelas relações entre uma mulher e um incubus. Acreditava que um espírito maligno poderia mudar de forma e aparecer como um succubus para um homem ou um incubus para uma mulher. Alguns pensadores argumentavam que o succubus coletava sêmen e, depois, na forma de um incubus, depositava-o numa mulher. As freiras parecem ter sido um alvo especial dos incubi pois os espíritos malignos pareciam ter prazer em atormentar aqueles que haviam escolhido uma vida santa. A idéia da existência objetiva dos incubi e succubi permaneceu até o século XVII quando uma tendência para a compreensão mais subjetiva se tornou perceptível.
Jones, um psicólogo freudiano, juntou o sucubus/inccubus e o vampiro como expressões de sentimentos sexuais reprimidos. O vampiro era visto como o mais intenso dos dois. Em virtude das semelhanças entre vampiros e os incubi/succubi, muitas das formas deste último aparecem freqüentemente nas listas de vampiros diferentes pelo mundo afora, como follets (francês), duendes (espanhol), alpes (alemão), e folletti (italiano). Intimamente ligado ao incubus estava o mare (teutônico antigo), mara (escandinavo) ou mora (eslavo), o espírito maligno de um pesadelo.
Jan L. Perkowsi assinalou que as histórias do vampiro eslavo também incluíam elementos do que parecia ser o mora. Ele os considerou no cômputo de vampiros que tinham experimentado uma contaminação demoníaca. Distinguiu cuidadosamente o vampiro (um cadáver reavivado) e o mora (um espírito de forma esférica) e criticou vampirologistas como Montague Summers, Dudley Wright e Gabriel Ronay por confundir as duas coisas. Também criticou Jones pelo mesmo motivo. Conquanto conhecesse que o vampiro e o mora compartilhavam o mesmo tipo de vítima (alguém dormindo), o fenômeno do vampiro precisava ser diferenciado na medida em que estava centrado em um cadáver enquanto o fenômeno mora não tinha essa referência e estava centrado inteiramente na vítima que havia sobrevivido a um ataque de espíritos malignos.
O Livro dos Vampiros, A Enciclopédia dos Mortos Vivos - J. Gordon Melton




"Vós, que sofreis, porque amais, amai ainda mais.
Morrer de amor é viver dele."
RITUAL PARA INVOCAR UM SUCUMBOS.......Bem... a experiência consiste em convidar uma Succubus ou um Incubus para os nossos sonhos, proporcionando-nos uma noite repleta de sonhos eróticos e sexuais Smiley

1- Comprem Uma vela negra e uma vermelha e um incenso de canela.

2- Juntem-nas e com uma chama derretam a cera das velas ao longo do corpo da vela para que fiquem as duas coladas uma à outra.

3 -Fixem as velas, com a sua própria cera num prato de sopa e coloquem no vosso quarto (de forma a que não haja perigo de provocarem um incêndio quando as acenderem mais tarde).

4-Numa folha branca, escrevam em círculo:
Eu (vosso nome e apelido) invoco e dou autorização a espíritos sexuais* que assumam uma aparência cativante de meu gosto nos meus sonhos e me proporcionem momentos de prazer intenso nesta noite. Assim seja, Assim se faça.

5- Quando se forem deitar acendam ambos os pavios das velas e um palito de incenso de canela.

6- Leiam o que está escrito em círculo.

7- Deitem-se normalmente e durmam, desfrutem dos belos sonhos e não se admirem de acordarem no dia seguinte com a sensação de que não dormiram nada!

No dia seguinte, deitem no lixo o resto da cera e as cinzas do incenso.

Desfrutem...



O que são?


São demônios em sua natureza, porém diferenciados da grande maioria por necessitar de energia humana para sobreviver. São demônios da sedução e prazer, ligados a cultura celta. De aparência igual a qualquer humano, exalam charme mesmo sem serem realmente belos de feições.

A origem


Não se sabe ao certo quando esta raça começou a se diferenciar dos outros demônios, porém muitos ligam estes a mitologia celta. Alguns dizem que estes se separaram dos demônios no momento em que necessitaram da energia humana para viverem e então passaram a se relacionar com a sociedade.

Na trama


Esses demônios não são bons nem maus, mas agem de acordo com sua necessidade. Matam quando acham necessário, protegem quando acha que é preciso. Sugam a energia humana, principalmente a energia que emana da luxúria. Agem como mercenários e quase todos são egoístas, servindo apenas as próprias vontades. Geralmente esses demônios demarcam seu território, passando a agir mais em uma cidade, sendo assim quando outro demônio dessa raça invade um território já demarcado pode ser visto como um inimigo.

Observações Especiais


Succubus é a versão feminina desse demônio enquanto que os Incubus a versão masculina. Entretanto eles não agem necessariamente apenas no sexo oposto, não havendo distinção entre os sexos da fonte de alimento. Ou seja, vai da preferência de cada demônio, porém é quase certeza que um humano caia em sua sedução facilmente.

Incubus

Íncubo (em latim incubus, de incubare) é um demônio na forma masculina que se encontra com mulheres dormindo, a fim de ter uma relação sexual com elas. O íncubo drena a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes deixa-a viva, mas em condições muito frágeis. 


A palavra “incubus” ou íncubo (do latim, in-, “sobre”) é considerado alguém que está em cima de uma outra pessoa. Já um “succubus” vem de uma alteração do antigo latim succuba significando prostituta. A palavra também é considerada uma derivação do prefixo “sub-”, em latim, que significa “em baixo, por baixo”, e da forma verbal “cubo”, ou seja, “eu me deito”.
O íncubo geralmente aparece em sonhos que a vítima está sentindo prazer. Ele toma a forma mais atraente para a vítima, atraindo-a para si com seu magnetismo, sugando a energia sexual de sua parceira. Indefesa diante da situação, a vítima desse ser oferece involuntariamente sua energia, como forma de retribuição, durante os atos cometidos. Ao acordar se sente fragilizada e cansada, apesar de, na maioria das vezes, não se lembrar de nada.

Succubus

Súcubo (em latim succubus, de succubare) é um mito de um demônio com aparência feminina que invade o sonho dos homens a fim de ter uma relação sexual com eles para lhes roubar a energia vital.

 
O súcubo se alimenta da energia sexual dos homens, e quando invade o sonho de uma pessoa ele toma a aparência do seu desejo sexual e suga a energia proveniente do prazer do atacado. Estão associados a casos de doenças e tormentos psicológicos de origem sexual, pois após os ataques se seguiam pesadelos e poluções noturnas nas vítimas.De acordo com a mitologia, são seres que podem viver aproximadamente 750 ano
Em lendas medievais do oeste, um succubus (no plural succubi) ou succuba (no plural succubae) é um demônio que toma a forma de uma mulher bonita para seduzir homens (especialmente monges), em sonhos de ter intercurso sexual. Elas usam os homens para sustentarem-se de sua energia, por vezes até ao ponto de exaustão ou morte da vítima. São de mitologia e fantasia: Lilith, Lilin (judeu), Lilitu (Sumério), e em fábulas de redações Cristãs (folclores não fazem parte da teologia cristã oficial), considerados succubi.


De acordo com o Malleus Maleficarum, ou “Código Penal das Bruxas”, os succubi recolhem sêmen dos homens com os quais copulam para que um íncubo possa, então, posteriormente, engravidar mulheres. Crianças assim nascidas eram para ser supostamente mais suscetíveis às influências de demônios.
Em algumas crenças o súcubo se metamorfosearia no íncubo com o seu sêmen recém-colhido, pronto para engravidar suas vítimas. Deve-se levar em conta a crença de que demônios não podem se reproduzir naturalmente. Porém, o íncubo poderia engravidar uma mulher a partir do sêmen obtido no ataque do súcubo.
A aparência do succubus varia, mas, em geral, elas são descritas como detentoras de uma sedutora beleza, muitas vezes com asas de morcego e grandes seios. Elas também têm outras características demoníacas, tais como chifres e cascos. Às vezes, aparecem como uma mulher atraente em sonhos que a vítima parece não conseguir retirar da sua mente. Elas atraem o sexo masculino e, em alguns casos, o macho “apaixona-se” por ela. Mesmo fora do sonho ela não sai da sua mente. Ela permanece lentamente a retirar-lhe energia até à sua morte por exaustão. Outras fontes dizem que o demônio irá roubar a alma do macho através de relações sexuais.
A palavra “succubus” vem de uma alteração do antigo latim succuba significando prostituta. A palavra é derivada do prefixo “sub-“, em latim, que significa “em baixo, por baixo”, e da forma verbal “cubo“, ou seja, “eu me deito”. Assim, o súcubo é alguém que se deita por baixo de outra pessoa, e o íncubo (do latim, in-, “sobre”) é alguém que está em cima de uma outra pessoa.




 Succubus #6


A versão do succubus conhecida como “um Al duwayce” (??? ??????) retrata o succubus como uma bonita, sedutora e perfumada mulher que vagueia no deserto nos cascos de um camelo. Enquanto outras formas de succubus participam de intercurso sexual para coletar esperma e engravidar mulheres tomando a forma de íncubus, esta succubus em especial é uma juíza da vingança sobre aqueles que cometem adultério. Ela atrai esses homens que têm relação com ela, enquanto que lâminas afiadas existentes dentro de sua vagina decepam o pênis do parceiro, deixando-o angustiante de dor. Após ter deixado o homem impotente, ela se transforma em sua forma verdadeira e o come vivo.

11.10.12

REINO DE EXU

REINO DOS EXUS


Exu é um dos grandes pontos de conflito na KIMBANDA com relação a outras religiões, por falta de entendimento, pela ignorância e pelo preconceito.
Muitos acreditam que nossos amigos Exus são Demônios, maus, ruins, perversos, que bebem sangue e se regosijam com as desgraças que podem provocar.
É necessário entender que no sincretismo afro-católico (imposto num processo de aculturação dos Negros pelos padres Católicos) os Orixás foram associados aos Santos Católicos, inclusive Exu, que é representado por Santo Antônio (Santo Antônio de Pemba, Santo Antônio de Ouro Fino, etc.). Mas Porquê este Orixá, irmão de Ogum, animado, gozador, alegre, extrovertido, sincero e sobretudo amigo, foi comparado com o Diabo das profundezas macabras dos INFERNOS? Bem, para conhecer está história vamos viajar para 6.000 anos atrás, local, Mesopotâmia.isso lembrando exu como exu orixa de naçoes e candomble........
A Demonologia Mesopotâmica influenciou diversos povos: Hebreus, Gregos, Romanos, Cristãos e outros. Sobrevive até hoje nos rituais Satânicos que muitos já devem ter escutado e visto notícias na televisão e lido nos jornais nacionais e internacionais, principalmente na Europa e EUA.
Na Mesopotâmia os males da vida que não constituíssem catástrofes naturais eram atribuídas aos Demônios ( No mundo atual as pessoas continuam a fazer isso). Os Sacerdotes, para combater as forças do mal, tinham que conhecer o nome dos Demônios e perfaziam enormes listas, quase intermináveis. O Demônio mau era conhecido genericamente como UTUKKU. O grupo de 7 (sete) Demônios maus é com freqüência encontrado em encantamentos antigos. Se dividiam em Machos e Fêmeas. Tinham a forma de meio Humano e meio Animal: Cabeça e tronco de Homem ou Mulher, cintura e pernas de cabra e garras nas mãos. Com sede de sangue, de preferência Humano, mas aceitavam de outros animais. Os Demônios freqüentavam os túmulos, caminhos (encruzas), lugares ermos, desertos, especialmente a noite.
Nem todos eram maus, haviam os Demônios Bons que eram envocados para combater os Maus. Demônios benignos são representados como gênios guardiões, em número de 7 (sete), que guardam as porteiras, portas dos templos, cemitérios, encruzas, casas e palácios.
Bom, os Negros africanos em suas danças nas senzalas, nas quais os brancos achavam que eram a forma deles saudarem os Santos, incorporavam alguns Exus, com seu brado e jeito maroto e extrovertido assustavam os brancos que se afastavam ou agrediam os Negros escravos dizendo que eles estavam possuídos por Demônios.
Com o passar do tempo, os brancos tomaram conhecimento dos sacrifícios que os Negros ofereciam a Exu, o que reafirmou sua Hipótese de que essa forma de incorporação era devido a Demônios.
Assim, como Exu não é bobo, assumiu, sem dizer que sim ou que não, esse estereótipo colocado pelo branco.
As cores de Exu, também reafirmaram os medos e a fascinação que rondavam as pessoas mais sensíveis.
Assim, o que aconteceu foi uma associação indevida, maldosa, entre aos Demônios Judaico-Cristãos e os Exus Africanos, simplesmente por similaridades em relação a cores, moradas, manifestação de personalidade, etc. Isso com o tempo foi caindo no gosto popular, na psique de pessoas mentalmente e espiritualmente pertubadas e comesou a se construir "a visão real", de que Exu é o Demônio.
Muitos médiuns despreparados , ou pertubados mental e espiritualmente, recebiam Exus que diziam-se Demônios. Nessa onda de horror ou de terror, alguns autores Umbandistas do passado,, fizeram tabelas de "nomes cabalísticos dos diabos", associando esses nomes aos Exus de kimbanda, como: Exu Marabô ou diabo Put Satanaika, Exu Mangueira ou diabo Agalieraps, Exu-Mor ou diabo Belzebu, Exu Rei das Sete Encruzilhadas ou diabo Astaroth, Exu Tranca Ruas ou diabo Tarchimache, Exu Veludo ou diabo Sagathana, Exu Tiriri ou diabo Fleuruty, Exu dos Rios ou diabo Nesbiros e Exu Calunga ou diabo Syrach. Sob as ordens destes e comandando outros mais estão: Exu Ventania ou diabo Baechard, Exu Quebra Galho ou diabo Frismost, Exu das Sete Cruzes ou diabo Merifild, Exu Tronqueira ou diabo Clistheret, Exu das Sete Poeiras ou diabo Silcharde, Exu Gira Mundo ou diabo Segal, Exu das Matas ou diabo Hicpacth, Exu das Pedras ou diabo Humots, Exu dos Cemitérios ou diabo Frucissière, Exu Morcego ou diabo Guland, Exu das Sete Portas ou diabo Sugat, Exu da Pedra Negra ou diabo Claunech, Exu da Capa Preta ou diabo Musigin, Exu Marabá ou diabo Huictogaras, e o nosso Exu-Mulher, Exu Pombagira, simplesmente Pombagira ou diabo Klepoth. Mas há também os Exus que trabalham sob as ordens do orixá Omulu, o senhor dos cemitérios, e seus ajudantes Exu Caveira ou diabo Sergulath e Exu da Meia-Noite ou diabo Hael, cujos nomes mais conhecidos são Exu Tata Caveira (Proculo), Exu Brasa (Haristum) Exu Mirim (Serguth), Exu Pemba (Brulefer) e Exu Pagão ou diabo Bucons.
Comerciantes inescrupulosos ou, simplesmente, ignorântes, criaram imagens de Exus como diabos, cada vez mais estranhos e aterradores (cifres, rabos, partes de animais ...). construindo no imaginário de muitos médiuns e da população Brasileira, um esteriótipo de Exu = Diabo, Exu = Satanás, Exu = Coisa Ruim.
Hoje em dia as casas de Umbanda (centros, terreiros, tendas ...), pelos estudos, pelo conhecimento e pela orientação dos reais Exus, estão abolindo essas imagens e condenando seu uso. Assim como, recriminando médiuns e supostas entidades que se manifestam dessa maneira dentro dos Terreiros. Porém, o mal foi feito, o esteriótipo atingiu o psique das mentes mais fracas e, muitas vezes, vemos em certos canais de televisão que fazem programas religiosos, a invocação dessas aberrações e a indevida associação aos Exus de Umbanda. O que podemos dizer é que quem invoca a Deus, Deus o tem; quem invoca do Diabo, o diabo o tem.
Algumas correntes religiosos estão alimentando na população que participam de seus ritos, a visão de que a culpa para a masela de suas vidas são os Diabos, os Exus, que vêm babando, cam as mãos tortas, grunindo, gritando ( "vou levar, vou levar ... !!!"), todos tortos e formatados dentro de um psique moldado e caricato.
Essas religiões e/ou seitas, estão alimentando o medo, a ignorância, o preconceito, a discriminação e a ilusão de que a culto pela dor alheia é causado pela kimbanda e pelos seus guias, principalmente os Exus. Então fiquem sabendo que isso é mentira, é ilusão é ignorância.
Exu combate o mal, ele devolve o que mandam de ruim, é justo, tem eqüilibrio em suas decisões e em seus trabalhos. Ele não é, e nunca foi o diabo.Mas então quem é EXU?
Ele é o guardião dos caminhos, soldado do mundo astral, emissário entre os homens e os anjos caidos , lutador contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.
Exu não faz mau a ninguém, mas joga para cima de quem merece, quem realmente é mau o mau que essa pessoa fez a outra. Ele devolve, as vezes com até mais força, os trabalhos que alguns fizeram contra outros. Por isso, algumas pessoas consideram esta entidade malvada.
Existem entidades que se dizem Exu e que fazem somente o mau em troca de presentes aos seus médiuns ou por grandes e custosas obrigações, serviços. Não se engane, Exu que é Exu, não faz mau, a não ser com quem merece e além disso, quando ajuda a uma pessoa não pede nada em troca, a não ser que a pessoa tome juízo, se comporte bem na vida,
Exu, O Guia.
Existem dois portadores do nome Exu. Um é o Orixá Exu. O outro, são os Guias chamados de Exu (espíritos, muitos, não mais reencarnacionais) que vêm na emanação principal de Exu (O Orixá) que lhes deu suas características, seus gostos, seus hábitos. Porém, esses Exus, também são subordinados a um Orixá regente, que pode ser Omulu, Xangô, Oxossí, ...
Correntes antigas, Esotéricas, montaram uma hierarquia para os Exus (Guias), relacionando 7 (sete) Exus (Guias) principais, considerados como os 7 (sete) chefes de Legião, que comandam e coordenam outros Exus (Falanges), sendo que cada um de seus comandados também comandam mais 7 (sete), seguindo uma ordem hierárquica de cima para baixo de 7 (sete) em 7 (sete).
São eles os 7 (sete) Exus guardiões ou principais:
  • Sr. Rei das Sete Encruzilhadas;
  • Sr. Marabô;
  • Sr. Tranca Ruas;
  • Sr. Tiriri;
  • Sr. Gira Mundo;
  • Sr. Veludo;
  • Sra. Pomba Gira ou Bombo Gira.
Cada um desses amigos trabalha dentro das 7 (sete) linhas da kiMBANDA, lutando contra o mal e ajudando as pessoas.Seu jeito e seu trabalho.
Exu gosta de rir, brincar com as pessoas, dizer alguns palavrões, nem todos fazem isso, ser franco e direto, não faz rodeios nem mente. Gosta de beber e fumar, ao contrário do que muitos pensam a bebida e o fumo são peças de aproximação, fazendo com que as pessoas se identifiquem, fiquem mais descontraídas como se estivessem em uma festa. Caso não tenha bebida, cigarro ou charuto, ele trabalha do mesmo jeito, porque sua finalidade e ajudar àqueles que precisam.
Alguns Exus foram pessoas como: Políticos, Médicos, Advogados, Trabalhadores, Vadios, Prostitutas, Pessoas comuns, Padres, etc. Que cometeram alguma falha e escolheram, ou foram escolhidos, a vir nessa forma para redimir seus erros passados, outros, são espíritos evoluídos que escolheram ajudar e continuar sua evolução atendendo e orientando as pessoas e combatendo o mal. Assim, quem diz que os Exus são Demônios, na concepção de que são ruins, ou espíritos sem luz, baixos, não sabe o que está dizendo, ou não conhecem a história de cada Exu, os porquês de sua ritualística, seu modo de trabalho ou sua missão. Não se julga um livro por sua capa ou a pessoa pela sua aparência!
Em seus trabalhos Exu corta demandas, desfaz trabalhos e feitiços e magia negra, feitos por espíritos malignos. Ajudam nos descarregos retirando os encostos e espíritos obsessores e os encaminhando para luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior.
Seu dia é a Segunda-feira, sua bebida, cada um tem a sua, sua roupa, quando lhe é permitido tem cores preta e vermelha. Não aceita sacrifícios de animais, mas se a pessoa quiser acender uma vela (preta e vermelha) na encruza, colocar charutos ou cigarros, cachaça ou outra bebida de agrado é bem vindo. Pode-se colocar, também, rosas para as pomba giras com champanhe, pois elas gostam.
Assim é Exu.
As Vezes temido, as vezes amado, mas sempre alegre, honesto e combatente da maldade no mundo.



QUIMBANDA NO REINO DOS EXUS

REINO DOS EXUS


O principal ritual da Quimbanda consiste na invocação de espíritos. Sessões, que na Umbanda são Giras de crianças, caboclos [as], pretos e pretas velhos, na Quimbanda são Giras de Exus. Os quimbandeiros trabalham exclusivamente com estas entidades que pertencem ao domínio astral daquele primeiro Exu criado por LUCIFER  na origem do Universo manifestado.
Na Quimbanda, assim como na Umbanda e no Candomblé, não se admite a possibilidade de comunicação direta entre Deus e os homens. Somente os espíritos invocados pelos Tatás, Babás, Ngangas, enfim, sacerdotes/xamãs, somente esses espíritos podem intermediar o contato entre o físico e o metafísico, o visível e o invisível. Assim, todo sacerdote Quimbanda é um medium que incorpora Exus, os executores dos trabalhos que interferem na realidade, na vida das pessoas, seja para o bem ou para o mal.
A denominação "Exu", acrescida de títulos identificadores, refere-se a espíritos tanto masculinos quanto femininos; estes últimos, mulheres desencarnadas, são as famosas pombas-giras. Na Quimbanda também existe uma hierarquia de Exus com seus respectivos Reinos, chefes e subordinados aos quais relacionam-se atribuições mais ou menos específicas. São 7 reinos Reinos; cada Reino possui 9 povos, num total de 63 povos de Exu. São eles 
1.Reino das Encruzilhadas

Chefiado por Exu Rei das Sete Encruzilhadas e Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, governa todas as passagens dos Exus que ali trabalham. Sua função principal é abrir os caminhos para os outros Guias chegarem e também para os filhos e
fregueses. Os seguintes povos pertence a este reino:

EXU REI DAS 7 ENCRUZILHADAS



Povo da Encruzilhada da Rua - Chefe Exu Tranca-Ruas
Povo da Encruzilhada da Lira - Chefe Exu Sete Encruzilhadas
Povo da Encruzilhada da Lomba - Chefe Exu das Almas
Povo da Encruzilhada dos Trilhos- Chefe Exu Marabô
Povo da Encruzilhada da Mata - Chefe Exu Tiriri.
Povo da Encruzilhada da Kalunga - Chefe Exu Veludo
Povo da Encruzilhada da Praça - Chefe Exu Morcego
Povo da Encruzilhada do Espaço - Chefe Exu Sete Gargalhadas
Povo da Encruzilhada da Praia - Chefe Exu Mirim
2.Reino dos Cruzeiros

Chefiado pelo Exu Rei dos Sete Cruzeiros e Pombagira Rainha dos Sete Cruzeiros, governa todas as passagens dos Exus que trabalham nos cruzeiros (não confundir com encruzilhada). Os seguintes povos pertencem a este reino:

POMBA-GIRA RAINHA DOS SETE CRUZEIROS



Povo do Cruzeiro da Rua - Chefe Exu Tranca Tudo
Povo do Cruzeiro da Praza - Chefe Exu Kirombó
Povo do Cruzeiro da Lira - Chefe Exu Sete Cruzeiros
Povo do Cruzeiro da Mata - Chefe Exu Mangueira
Povo do Cruzeiro da Calunga - Chefe Exu Kaminaloá
Povo do Cruzeiro das Almas - Chefe Exu Sete Cruzes
Povo do Cruzeiro do Espaço - Chefe Exu 7 Portas
Povo do Cruzeiro da Praia - Chefe Exu Meia Noite
Povo do Cruzeiro do Mar - Chefe Exu Calunga (Calunga grande)

3.Reino das Matas

Chefiado pelo Exu Rei das Matas e Pombagira Rainha das Matas. Governa todos os Exus que trabalham nas matas ou locais que tenham árvores a exceção do Cemitério, que pertence a outro reino. São os povos deste reino:

POMBA-GIRA RAINHA DA MATA



Povo das Árvores - Chefe Exu Quebra Galho
Povo dos Parques - Chefe Exu das Sombras
Povo da Mata da Praia - Chefe Exu das Matas
Povo das Campinas - Chefe Exu das Campinas
Povo das Serranias - Chefe Exu da Serra Negra
Povo das Minas - Chefe Exu Sete Pedras
Povo das Cobras - Chefe Exu Sete Cobras
Povo das Flores - Chefe Exu do Cheiro
Povo da Sementeira - Chefe Exu Arranca Tôco

4.Reino da Calunga Pequena (Cemitério)

Governado pelo Exu Rei das Sete Calungas ou Calungas e Pombagira Rainha das Sete Calungas. Esses Exus também são chamados pelo nome de Rei e Rainha dos Cemitérios. Geralmente quando se diz "calunga" nas giras de Quimbanda é para nomear ao cemitério. Trabalham neste reino todos os Exu que moram dentro dos cemitérios. Pertencem a este reino:


EXU REI DAS 7 CALUNGAS



Povo das Portas da Kalunga.- Chefe Exu Porteira
Povo das Tumbas.- Chefe Exu Sete Tumbas
Povo das Catacumbas.- Chefe Exu Sete Catacumbas
Povo dos Fornos.- Chefe Exu da Brasa
Povo das Caveiras.- Chefe Exu Caveira
Povo da Mata da Kalunga.- Chefe Exu Kalunga (conhecido também como Exu dos Cemitérios)
Povo da Lomba da Kalunga.- Chefe Exu Corcunda
Povo das Covas - Chefe Exu Sete Covas
Povo das Mirongas e Trevas - Chefe Exu Capa Preta (conhecido também como Exu Mironga)


5.Reino das Almas

Chefiado por Exu Rei das Almas, Omulu e Pombagira Rainha das Almas ou Rei e Rainha da Lomba, Governam todos os Exus que trabalham em locais altos. Os Exus deste reino também trabalham em hospitais, morgues, etc.. São deste reino:

POMBA-GIRA RAINHA DAS ALMAS




Povo das Almas da Lomba - Chefe Exu 7 Lombas
Povo das Almas do Cativeiro- Chefe Exu Pemba
Povo das Almas do Velório- Chefe Exu Marabá
Povo das Almas dos Hospitais - Chefe Exu Curadô
Povo das Almas da Praia - Chefe Exu Giramundo
Povo das Almas das Igrejas e Templos .- Chefe Exu Nove Luzes
Povo das Almas do Mato - Chefe Exu 7 Montanhas
Povo das Almas da Kalunga - Chefe Exu Tatá Caveira
Povo das Almas do Oriente - Chefe Exu 7 Poeiras


6. Reino da Lira

Os chefes deste reino são muito mais conhecidos por seus nomes sincréticos: Exu Lúcifer e Maria Padilha. Seus nomes quimbanda: Exu Rei das Sete Liras e Rainha do Candomblé (ou Rainha das Marias). Os apelidos referem-se à sua afinidade com a dança, a música e a arte (lira e candomblé). Dentro do reino da Lira, que também às vezes é chamado "reino do candomblé" não pelo culto africano aos orixás, mas por ser essa palavra, "Lira", relacionada de dança e música ritual. Trabalham aqui todos os Exus que têm afinidade com a arte, a música, poesia, boemia, artes ciganas, malandragem, etc.. Pertencem a este reino:

EXU LUCIFER


Povo dos Infernos - Chefiado por Exu dos Infernos (Atuam nas zonas umbralinas e costumam se apresentar em forma de esqueleto para melhor poder cumprir seu papel dentro destas zonas astrais)
Povo dos Cabarés - Chefiado por Exu do Cabaré
Povo da Lira - Chefiado por Exu Sete Liras
Povo dos Ciganos - Chefiado por Exu Cigano
Povo do Oriente - Chefiado por Exu Pagão
Povo dos Malandros - Chefiado por Exu Zé Pelintra
Povo do Lixo - Chefiado por Exu Ganga
Povo do Luar - Chefiado por Exu Malé
Povo do Comércio - Chefiado por Exu Chama Dinheiro

* Lira é, também, uma cidade africana, que fica nas fronteiras orientais do Reino Baganda, atualmente, região de Kampala, capital de Uganda - África. Esta referência parece ser mais precisa no que se refere à denominação Reino da Lira.


7. Reino da Praia

Governado por Exu Rei da Praia e Rainha da Praia. Inclui todos os Exus que trabalham nas praias, perto das águas ou dentro delas, salgadas ou doces. São seus povos:

POMBA-GIRA RAINHA DA PRAIA
Povo dos Rios - Chefiado por Exu dos Rios
Povo das Cachoeiras - Chefiado por Exu das Cachoeiras
Povo da Pedreira - Chefiado por Exu da Pedra Preta
Povo do Marinheiros - Chefiado por Exu Marinheiro
Povo do Mar - Chefiado por Exu Maré
Povo do Lodo - Chefiado por Exu do Lodo
Povo dos Baianos - Chefiado por Exu Baiano
Povo dos Ventos - Chefiado por Exu dos Ventos
Povo da Ilha.- Chefiado por Exu do Côco
 
Os sete reinos referem-se aos sete caminhos que uma pessoa deve percorrer ao longo de sua vida, sete vivências que são experimentadas, sete metas a serem cumpridas:

REINO POMBA-GIRA RAINHA DAS 7 ENCRUZILHADAS

1. Desenvolvimento da Espiritualidade
2. A relação com as coisas materiais
3. O nascimento das crianças, os filhos, a reprodução
4. A riqueza, a prosperidade e a saúde
5. O trabalho físico em todos os seus aspectos
6. O prazer em geral
7. O amor em todas as suas manifestações


LÚCIFER, O PORTADOR DA LUZ

LÚCIFER, O PORTADOR DA LUZ - Parte I





Cena 1:
- Eu porto a Luz!
Cena 2:
- Eu sou o mais poderoso dos anjos em toda Criação!
Cena 3:
Eu sou o governante dos mundos!
Cena 4:
- Quem ousa me enfrentar?


Em uma conjunção digna de uma grande epopeia, a mais monumental de todas, antes da criação dos mundos, as possíveis declarações, acima elencadas, com efeito, marcaram, para sempre, o destino das divindades celestiais, e, por conseguinte, das várias humanidades que povoaram a Terra desde o episódio hediondo marcado por uma tentativa de conspiração, quando uma legião de anjos rebelou-se contra Deus, que pairava majestoso sobre o tempo zero.
A voz que proclamara poder, arrogância, emulação e rebeldia fora estridentemente desferida nas mais altas esferas angelicais pelo mais perfeito, altivo e belo de todos os seres: um anjo, da classe exuberante dos querubins - LÚCIFER - o Portador da Luz.


O nome Lúcifer, que é formado pelas palavras latinas Lux, lucem - Luz - e fer, de ferre, o que porta,  aquele que carrega, traz; é o distintivo magno atribuído ao primeiro ser criado depois do próprio Deus, no tecido intangível da Eternidade. Desse modo, evidencia-se, de forma inconteste, a natureza e a figuração desta entidade singular, e que, indubitavelmente, é o mais temível e o mais poderoso de todos os anjos, cuja saga remonta às hordas primordiais, ao Fiat Lux e à soberania indevassável do Altíssimo em sua glória inigualável.


Criado a partir do fogo consumidor de Deus, Lúcifer nasce da labareda que mantinha a deidade refulgente e suspensa no Infinito quando o espírito solitário do Altíssimo movia-se sobre o Nada  antes da fundação dos mundos em essência misteriosa, singular. Saído, portanto, do estado ígneo do próprio Deus, e por vontade suprema de Jeová, Lúcifer é, de forma cabal, o primígeno do Senhor, no plano etéreo, onde as formas, absolutamente diáfanas e espirituais, desconheciam, ainda, a densidade dos universos, dos mundos e dos entes. O querubim mais poderoso das hostes angelicais é filho nascido do estado da glória de Deus, o Todo Poderoso, cuja luz irrompeu em todas as fendas ocultas e dormentes no vasto universo, que acolheu a vida, com todas as suas formas manifestas.



As narrativas sobre Lúcifer estão envoltas em muitos mistérios, pois, apesar das miríades que plasmam as mais altas abóbadas celestiais, este querubim desempenhou papel fundamental ao lado do supremo Deus, que lhe confiou o zelo e a administração dos mundos, todos sob seu governo, então intocável, até à corrupção de si, quando inflamou seu coração com o ciúme dantesco e a cobiça odiosa - fato que, paradoxalmente, torna a estória do mais reluzente dos anjos no grande élan, que entrelaça o mundo superior com o mundo inferior. Céus, Terra e o famigerado Abismo entrecruzam-se e o Homem é, involuntariamente, o elo da discórdia entre o único anjo, que tinha o privilégio e o direito de estar diante do Altíssimo, e o Senhor dos Senhores; o princípio e o fim de todas as coisas - o impronunciável, o sublime, o Eterno e soberano Deus.


Lúcifer é dotado de 12 asas brilhantes, e o porte magistral de seu corpo alado destoa dos demais anjos, o que lhe confere o lugar exemplar, que possuía, no berço da Criação. Testemunha etérea dos atos divinos do Criador, o querubim foi ungido por Deus logo ao ser criado. O fogo consumidor, que o gerou, deu-lhe a maior característica no mundo angélico: a luminescência. É plausível pensar, portanto, que, nos sulcos da Eternidade, o estado de luminosidade, que espargia para além do infinito, mantinha um equilíbrio harmônico presente no trono de Deus e nas esferas espirituais que Dele emanavam - a morada dos anjos. Esta simetria de luz, força e poder, com efeito, era consagrada e perceptível; e, por conseguinte, imbatível pela posição que ocupava o príncipe dos anjos na escala angelical, pois, Lúcifer, era nada mais nada menos que o regente do coro celestial, que se prostrava permanentemente diante do Altíssimo para adorá-Lo em toda sua glória e magnificência.


O fascínio pela estória de Lúcifer e a legenda sedutora em torno deste querubim ungido povoam, atemporalmente, as mentes de todos os mortais, pois, ao contrário de outros seres angelicais, que parecem não possuir uma narrativa própria e distintiva no mundo angélico e na esfera suprema do poderoso Deus, o príncipe das potestades do ar goza, para o bem ou para o mal, de um lugar único na trajetória dos tempos imemoriais. Outrossim, o filho do fogo primordial transformara-se, indiscutivelmente, na personagem nuclear de uma trama inominável, onde todas as entidades celestiais estavam presentes antes da criação do mundo e do Homem, e, protagonizara o desastre apoteótico ocorrido na Eternidade quando, no embate colossal entre sua legião rebelde e os anjos de Elohim, o Senhor dos Exércitos, o seu plano de destronar Deus falhara fragorosamente. Após a derrota memorável, Lúcifer, em queda livre, ao rasgar as esferas angelicais e tombar na terra como estrela cadente, perdera, para sempre, não somente o posto de primeiro ser de luz a governar os céus, o universo e os mundos, imediatamente abaixo do Altíssimo, mas a condição de, um dia, poder retornar majestoso para estar ao lado de Deus, novamente. Anjos não se arrependem, e o fim de todos que estiveram na grande rebelião tem um nome: sheol (o lago de fogo eterno).


Líder da maior revolução sobre a qual diversas legendas míticas são descritas, de forma inconteste, o mais belo dos seres, no plano celeste, é o autor da cena caótica, que testemunhara a ordem máxima de Deus desabar tal qual o seu corpo luminoso; e arrastar juntamente consigo seus anjos malévolos para a Terra, teluricamente tecida e criada pelo Senhor dos Senhores - o  Todo Poderoso. A conjunção imperfeita, orquestrada por Lúcifer e seu exército portentoso - um terço das hostes angelicais -, vaticinou o início do seu próprio fim, atingindo as leis da Criação, que são imutáveis, e determinando a reorganização das forças imperantes no mundo após o evento extraordinário, que fora o Fiat Lux. Nos termos do universo, as trevas densas e insuperáveis; nos limites infindáveis da Luz, a face de Deus, que, implacavelmente, expulsou o segundo ser cósmico a receber o fôlego divino para além do Abismo, em suas zonas dolentes, imperecíveis e eternas.


A aparição de Lúcifer, na cena que antecedeu o princípio de todas as coisas, onde a predisposição anímica estava permanentemente suspensa sobre o nada absoluto, a despeito do episódio da discórdia celestial, provocou a cisão da própria unidade da deidade, que, uníssona e unívoca, reinava soberana ad inifinitum sem testemunhar a turbulência e os ares da traição. A divergência entre as forças monumentais geradas da própria Luz formou a substância da proto-história da humanidade, segredo de Deus e projeto modelar, que desencadeou o nascimento do Abismo - pai universal das trevas postas nos limites do Universo, esfericamente afastado das zonas luminescentes e da presença do Altíssimo. De um lado, o excelso e o inefável, o Alfa e o Ômega, mergulhados no mistério exponencial da essência, pois o Eterno e a Eternidade conjugam-se de modo singular antes, durante e depois. Do outro lado, o temível, o poderoso e o destruidor dos mundos, que, um dia, irradiou nos céus dos céus o esplendor e o ruflar de suas asas ígneas, múltiplas e descomunais. O querubim ungido fora um e o ser movido pela cobiça, desafortunadamente, tornara-se outro. Da unção à escuridão, a trajetória solitária de um anjo.


A estória dos céus, da existência de Deus, da criação de todas as coisas, visíveis e não - visíveis, e, principalmente, do surgimento do Homem, a partir da massa amorfa, que é o barro, só tem sentido real  a  partir do evento colossal, que fora o cisma, a dividir os planos etéreos em mundo superior e mundo inferior. De um lado, a luz fundadora, que é o Senhor dos Senhores - Iavé - e a luz fundada, que é Lúcifer, o segundo ser na linhagem divina das entidades eternas. Assim, desde o início dos tempos quando a geração pré-adâmica, que assistira ao confronto das forças primevas, no berço da eternidade, também testemunhara a obra prima de Deus, o Homem, sua efêmera perfeição, e, por conseguinte, sua queda através do fatídico advento do pecado. O plano da criação, neste sentido, estivera condenado ao fracasso, pois os pilares augustos do Eterno ainda tremiam por causa da cobiça, da soberba, do ciúme, do orgulho, da inveja, da ira e da traição. Suportar a ideia da existência de um ser à imagem e semelhança de Deus, indubitavelmente, fora a maior pena que sobrepesou na consciência de um querubim, que viu, na corrupção de si, a sua sentença aniquiladora vaticinada pelo Pai, o Todo Poderoso. Assim, o filho sentiu-se abandonado pelo próprio pai, e a rejeição acendeu a chama caliginosa da destruição em seus atos aterrorizantes.


O Apocalipse não é a revelação da profecia sobre o fim dos tempos quando o dia do juízo reviverá as cenas dantescas, que macularam, em um passado imemorial, a trajetória da Luz, infinitamente eterna e eternamente infinita. Ao contrário: o Apocalipse emergiu na aurora divina quando o mais perfeito dos anjos saiu das entranhas de Deus para coadjuvá-lo na organização e no zelo das dimensões físicas e etéreas espalhadas pelo Universo. A tinta escarlate do Armagedom ainda não expirou e a guerra angélica  parece interminável.


Na consumação dos séculos, o último confronto; no duelo entre o Bem e o Mal, eis a grande questão: quem vencerá?